quarta-feira, 18 de novembro de 2009





Vejam no 8º andar da Oi Futuro - Flamengo, de 18 de novembro à 20 de dezembro os vídeos desses artistas:

“CARIOCLICKS” - Romero Cavalcanti (roteiro e colagens); Marciso Pena (direção e design); Daniel Sakê (animação); Pedro Carneiro e Tomás Alen (trilha sonora).
“COPACABANA PARA TODOS” – Celso Mathias (pinturas e cartuns);Paula Baco ( videografismo ) .
“RIO MAROLA” – Cisko Diz (arte, direção e animação).
“SERES NA BARCA” – Nei Lima (arte); Rê (animação e arte).
“O FIM ESTÁ PRÓXIMO” – RÊ (animação e arte).
“CURTINHAS” – Amorim (arte e animação).
“SÓ RIO” – Guidacci (arte e videografismo).
“PESSOA COM GENTILEZA” – Zé Andrade (arte); Guidacci (videografismo).
“MUTANTES CARIOCAS” – Belisco (criação e arte).
“CARIOCAS” – Duayer (criação e arte).

“OLÁ, RIO” - Sheila Suzano (direção e videografismo); alunos do Colégio Estadual André Maurois (arte).


Trabalhos realizados pelos alunos do CEAM fazem parte do videografismo "Olá, Rio" da profª Sheila Suzano.

domingo, 15 de novembro de 2009

Hélio de La Peña fala sério

O humorista Hélio de La Peña visitou nesta sexta-feira (13/11) o Colégio Estadual André Maurois, no Leblon. A galera se divertiu e recebeu dicas do artista, durante as gravações do programa Caminhos da Escola, exibido pela TV Escola, um canal do Ministério da Educação.





Seu jeito simples e descontraído atraiu a atenção dos alunos, que fizeram perguntas sobre o período escolar e a carreira artística.
- Diferente do que as pessoas pensam, eu era um tremendo CDF. Estudava pra caramba.





A vida escolar de Hélio começou na Escola Municipal Desembargador Montenegro, na Vila da Penha. Depois, passou para o Colégio São Bento, onde completou os ensinos Fundamental e Médio.
A habilidade em Matemática o levou a cursar Engenharia, na UFRJ. Atuou na profissão por quatro anos e, com o salário de engenheiro, conseguiu levar à frente o que antes era apenas um hobby: escrever humor.
- Trabalhava num projeto em Itaipu. Talvez isso explique o apagão. – brincou.





Foi na época de faculdade que conheceu Beto Silva e Marcelo Madureira. Juntos, formaram o jornal Casseta Popular.
- Vendíamos os exemplares de mão e mão, em bares, na praia. A persistência fez com que fossemos contratados como redatores de TV. Se fosse hoje, as notícias seriam colocadas na internet imediatamente.


Hélio também defende a utilização da internet na escola, desde que sob orientação do professor.


- O professor precisa ter contato com as notícias e provocar um debate imediato com os alunos, deixar que eles coloquem as opiniões e troquem informações.
Os estudantes do 2º ano do André Maurois já sabem como aplicar bem essa dica. Eles estão trabalhando o projeto “Rio, uma cidade feliz”, com a professora de Língua Portuguesa, Eliana Martelotta.
- Produzimos redações e cartazes sobre o Rio, enquanto ainda era candidato às Olimpíadas 2016. Quando a cidade foi finalmente escolhida, intensificamos a pesquisa na internet. Os meninos participam bastante, mostrando o que ainda falta para tornar nosso município ainda melhor.





Na opinião de Hélio de La Peña, uma dica para tornar os laboratórios de informática um espaço bem utilizado é aproveitar os fatos que acontecem no momento e levar os assuntos das mídias eletrônicas para dentro do convívio da escola.
- A internet é uma ferramenta ótima, mas o aluno acaba tirando mais proveito no lazer, do que na formação. O colégio que não se aproxima das mídias atuais se torna desinteressante.


Para o humorista, os jovens têm à disposição tantos sites de busca, onde a informação chega mais fácil, que acabam não sabendo usar os meios tradicionais, como o dicionário. Segundo ele, o educador deve saber lidar de forma confortável com as novas tecnologias para ser capaz de estimular seus alunos.
- A internet dá uma informação imediata, mas superficial. O papel do professor é fundamental e ele deve estar atualizado. Como o professor pode convencer o aluno de que ele deve ler, se ele próprio não lê? Como trabalhar com a internet, se ele não gosta dela? Precisaria haver uma reciclagem.




- Achei a visita perfeita. Foi uma honra. Percebi como ele é focado, centrado e isso vai servir para a carreira que quero seguir – conta Hudson, integrante do grupo teatral Na Boa Companhia, que funciona na unidade.
O Colégio André Maurois atende cerca de 2.500 alunos do Ensino Médio em três turnos.



sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ARTISTAS DO CEAM


Você gosta de desenhar? Vive rabiscando por aí? Então, quem sabe você não é um talento a ser descoberto? Pois agora você vai ter a oportunidade de mostrar a sua veia artística. Quer saber como?
Leia o regulamento no link abaixo



















sexta-feira, 23 de outubro de 2009

OJE Olímpiadas de Jogos digitais e Educação

As inscrições para a OJE 2009 já começaram!!!


E terminam no dia 10/11/09.

Professores e alunos inscrevam-se neste site





Monte sua equipe, converse com seu professor para ele fazer a inscrição dele primeiro e depois inscreva-se junto com os demais integrantes da sua equipe.




A Olimpíada de Jogos Digitais e Educação (OJE) é uma aventura virtual desenvolvida no formato de uma gincana de jogos digitais, voltada para alunos e professores das escolas da rede pública estadual de ensino, valorizando habilidades em jogos digitais e habilidades em conteúdos específicos, mesclando o melhor destes dois campos.
A perspectiva educativa da OJE requer a experiência e mediação didática dos professores, estimulando a capacidade de trabalhar em conjunto e colaborativamente, a fim de transformar o ambiente escolar em um ambiente prazeroso de estudo e a construção de um futuro hoje!
OJE é um projeto educacional que faz parte do programa Núcleos de Cultura nas Escolas, sendo este um projeto da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) em conjunto com a Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria firmada com o Porto Digital (Recife-PE).
A dinâmica da competição começa no período de inscrições, através da formação de equipes (6 a 10 integrantes). Quando iniciada a competição, escolhe-se um personagem, que representará o aluno no jogo, e dará acesso ao Jogo Mestre, que é a plataforma central onde os participantes percorrem seis países para conhecer e preservar a cultura local. Na jornada, os alunos encontram aventureiros que vão propor desafios que consiste em jogos (games) e em perguntas (enigmas) que permeiam o conteúdo de todas as disciplinas escolares. A jornada acaba em uma competição presencial onde os alunos buscam a conquista de prêmios especiais vinculados à cultura digital.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

15 de outubro dia do Professor


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Nara Boechat , Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO - A educação brasileira celebra uma data muito especial na próxima quinta-feira, o Dia do Professor. Para comemorar e relembrar a importância deste profissional, que cada vez mais vem sendo esquecido no país, o Jornal do Brasil conversou com aqueles que carregam anos de experiência nas escolas do Rio e já presenciaram as mudanças e dificuldades, principalmente na rede pública de ensino.
Problemas como a desvalorização da profissão e o aumento da quantidade de alunos nas escolas foram citados como algumas das tristes mudanças ocorridas ao longo das décadas.


Escolas cheias
Para o professor de história Luiz Carlos de Abreu, que tem 57 anos e há 25 trabalha nas redes municipal e estadual do Rio, a superlotação das salas de aula atualmente pode ser um dos motivos para a agravamento da relação entre aluno e professor.
– Quando eu comecei, as turmas tinham no máximo 35 pessoas e a relação entre aluno e professor era diferente. Tudo bem que a sociedade era outra, mas, hoje em dia, as salas têm o dobro de alunos e o professor não consegue atendê-los satisfatoriamente. Com isso, a bagunça dentro da escola aumenta, além dos dois lados ficarem desmotivados – afirma Luiz Carlos, que abandou as escolas particulares no início da carreira devido aos baixos salários.
– Naquela época, a rede pública era melhor, tinha mais investimentos. Hoje não há mais compromissos com a educação, eles abandonaram à sorte todo o seguimento do ensino fundamental e médio.

Oportunidades
Diretora do Colégio Estadual André Maurois, no Leblon, a gaúcha Giorgina Madalena Carlin Fagundes, de 70 anos, afirma que a batalha do número de alunos acima do limite desejável ocorre devido à maior oportunidade de estudo nos dias de hoje.
– Quando cheguei ao Rio, em 1963, os colégios públicos eram da maior qualidade porque as pessoas faziam provas para ingressar. Isso caiu muito, pois o governo do estado tem a função de absorver toda a população. Se não há vaga, temos de dar um jeito para arrumá-la – relata Giorgina, que começou a carreira como professora de geografia e se especializou em gestão pública.
Segundo a diretora, um fato dos dias de hoje que não se via há 40 anos é o aumento de alunos com idade superior a 50 anos nas salas de aula, que buscam recuperar o tempo perdido em supletivos e aulas especiais.
– No ensino médio, a gente recebe gente de todos os lugares, idades e condições. É claro que uns sabem mais e outros menos e isso faz com que o ensino fique pior, mesmo com os recursos, como a tecnologia – acrescenta a professora que deu aulas para pessoas famosas como os irmãos atletas Danielle e Diego Hipólito e o cantor Sidney Magal.


Esperança
Na opinião da diretora da Escola Municipal Castro Alves, em Campo Grande (Zona Oeste), Elcia da Silva Lopes, de 66 anos, o que mais mudou nesses seus 50 anos de experiência no ensino foi o estímulo das pessoas em seguirem a carreira de professor.
– Naquela época, a mulher tinha que ser esposa de militar ou professora primária. Nós víamos uma normalista na rua e ficávamos encantados. Hoje em dia, as meninas querem ser jornalistas e estar na televisão – conta Elcia, filha de pai caminhoneiro e mãe doméstica, que viu na carreira de professora primária a profissão para a vida inteira.
Apesar de todos os motivos para o desestímulo em lecionar, Elcia acredita que não há sentimento melhor do que ver as "minhas crianças" voltarem com seus filhos para serem guiados pela sua mestre.
– Quando cheguei aqui, a escola era toda pichada e depedrada. Acredito que mudou porque se fez um trabalho baseado no respeito. A escola é publica, então é nossa – relembra a professora que já poderia ter se aposentado, mas por amor à profissão continua na batalha em alfabetizar as crianças.
– Não abro mão da escola. Só saio se me impossibilitar de vir por problemas de saúde.

21:46 - 11/10/2009


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Aniversário do CEAM: 44 anos de emoções


Na quarta-feira, 30 de setembro comemoramos os 44 anos do C E André Maurois com apresentações de teatro, dança, poesia e exposições de pinturas, esculturas, cartazes e maquetes.


 


 

 


Saiba mais visitando o site


CEAM na 14ª BIENAL DO LIVRO RJ



Em sua 14ª edição, a Bienal do Livro Rio prova ser um verdadeiro caso de sucesso.

A visitação escolar promove a participação especial de alunos de escolas públicas e particulares ao evento.


Alunos do CEAM com a professora Alzira.



Alunos do CEAM com a professoras Eliane e Suzana.


Na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro os estudantes de escolas públicas e particulares totalizaram um público de mais de 120 mil visitantes.



Alunos com professora Kátia.


Editoras de todos os segmentos investem no evento com ações variadas que vão desde lançamentos e tardes de autógrafos a promoções, sorteios e preços especiais.





Além de manter os visitantes em contato com os livros e autores estimula o hábito da leitura.



Foram seis dias especialmente reservados para que os estudantes conhecessem a feira e tivessem a oportunidade de se aproximar do mundo dos livros, estimulando sua imaginação.



Visita orientada pelas professoras: Patrícia Danon, Mª Salete, Suzana, Alzira e Fátima.



Foi a oportunidade de se aproximarem de seus autores favoritos, além de conhecerem muitos outros. Durante onze dias de evento, o Riocentro sediou a festa da cultura, da literatura e da educação.



Alunos com as professora Alzira e Fátima.