
sexta-feira, 4 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Escola de Poesia Elisa Lucinda
Um forte abraço,
Cintia Barreto
http://www.cintiabarreto.com.br/
terça-feira, 25 de maio de 2010
Casa Poema - Curso de Poesia Elisa Lucinda
Lilian Gasparini, Ana Lúcia e Cintia Barreto (Col. Estadual André Maurois)
Os professores: Daniel Rolim, David Lima e Geovana Pires (Equipe da Elisa Lucinda) - Simpáticos e competentes!
A Casa é belíssima! Hoje aproveitei pra conhecer um pouco os espaços da Casa Poema, pois no primeiro dia não deu tempo.
Tem uma biblioteca bem aconchegante.
Lílian e Ana Lúcia num lanchinho no jardim de inverno.
As professoras de Língua Portuguesa do Colégio Estadual André Maurois - aprendem sempre!!!!
Meninas, estou a-do-ran-do fazer o curso com vocês!!!
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A Língua é Minha Pátria
E eu não tenho pátria, tenho mátria
E quero frátria.
(Caetano Veloso - "Língua")
Quando Caetano Veloso compôs esta canção, em 1984, vivia-se o agonizar da ditadura. Não é difícil supor que a noção de pátria, daquela época, fosse bem diferente da que podemos dispor hoje. Mais do que ser o país em que uma pessoa nasce, a pátria é o espaço de interações de dimensões afetivas, sociais, históricas e culturais. “Minha pátria é minha língua” disse Pessoa e cada língua carrega consigo as marcas de sua formação.
Ao nos vermos inseridos num contexto de globalização, precisamos refletir sobre seus efeitos. Guimarães Rosa, escritor modernista brasileiro, sempre reforçou a ideia da universalidade por meio do regionalismo: “O sertão é do tamanho do mundo.” Nesse sentido, compreendemos que o “global” não implica a negação do “local”. Ao contrário disso, percebemos cada vez mais um movimento de valorização da “diferença”. Atualmente, os conceitos de “diversidade” e “multiculturalismo” são considerados como forma de respeitar a cultura do outro. Para tanto, é preciso valorizar a nossa própria cultura, nossa língua antes de valorizar qualquer outra, sobretudo, porque nosso país sofreu um processo de colonização.
É necessário ressaltar que a língua não serve apenas como meio de comunicação. Mais do que isso, representa a história de um determinado povo, seus costumes, seus valores. A fim de minimizar os efeitos nocivos do etnocentrismo (forma de um determinado grupo étnico se entender superior a outros), foi sancionada a lei 11.645/08. Essa surge numa tentativa de perceber a diversidade como ponto central das sociedades pós-modernas. Privilegiar apenas as culturas europeias e estadunidenses é, de certa forma, desvalorizar as demais. É manter a dominação de determinados grupos há muito existente em África e na América Latina.
Nesse sentido, a Lei 11.645/08, que torna obrigatório o estudo da História e da cultura afro-brasileiras e indígenas nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados, passa a existir como meio de, dentro do âmbito escolar, levar os alunos a perceberem as contribuições desses grupos étnicos na formação do Brasil. Segundo Leonardo Boff[1], “é só pela libertação que os oprimidos resgatam sua auto-estima. Refazem a identidade negada. Reconquistam a pátria dominada. E podem construir uma história autônoma, associada à história de outros povos livres.”
É certo que o Brasil vem, não é de hoje, na busca por uma “identidade nacional”. Essa identidade já foi idealizada pelo Romantismo nos versos de Gonçalves Dias: “Minha terra tem palmeiras/onde canta o sabiá/As aves que aqui gorjeiam/Não gorjeiam como lá.” e foi reformulada pelo Modernismo no Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade: “Tupi, or not tupi, that is the question”. De lá pra cá, ouvimos o proliferar de vozes que lutam por libertar o Brasil e fazer levar ao mundo globalizado sua cultura. Na busca por referenciais, precisamos valorizar a língua mãe, a “mátria”, nossa língua que, antes de ser portuguesa, já se faz brasileira de tantos dialetos, gestos e cores. Nesse sentido, temos um jeito brasileiro de falar a língua portuguesa.
Por fim, precisamos apreciar nossa língua, fazer valer nossos falares. Não é caso de ortodoxia ou fundamentalismos (estamos longe disso ainda), mas de autoestima mesmo. Valorizar nossa língua é valorizar o negro, o indígena, o povo. É valorizar a pátria, é querer “frátria”.
[1] (BOFF, Leonardo. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. Petrópolis: RJ: Editora Vozes, 1997, p. 23)
sábado, 1 de maio de 2010
CONVITE
27 de abril de 2010 12:19
domingo, 18 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
AULAS SUSPENSAS NESTA QUARTA-FEIRA - 07/04/2010
A SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO INFORMA QUE NESTA QUARTA-FEIRA, DIA 07/04, AS AULAS CONTINUARÃO SUSPENSAS EM TODAS AS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL LOCALIZADAS NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO, REGIÃO DOS LAGOS, PETRÓPOLIS E TAMBÉM NOS MUNICÍPIOS DE ABRANGÊNCIA DA COORDENADORIA REGIONAL SERRANA IV (MAGÉ E GUAPIMIRIM).
A MEDIDA É PREVENTIVA E TEM COMO PRINCIPAL OBJETIVO PRESERVAR ALUNOS, PROFESSORES E DIRETORES DE POSSÍVEIS DANOS OCASIONADOS PELA CHUVA INCESSANTE.
POR RECOMENDAÇÃO DO SINDICATO, AS ESCOLAS PARTICULARES TAMBÉM TERÃO AS AULAS SUSPENSAS NESTA QUARTA-FEIRA NAS REGIÕES MAIS AFETADAS PELAS CHUVAS.
(http://www.educacao.rj.gov.br/index5.aspx?idsecao=13&tipo=categ&idcategoria=638&idItem=4174)
